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Novas resoluções do TSE contra uso da desinformação são um avanço, mas ainda há lacunas estruturais

Novas resoluções do TSE contra uso da desinformação são um avanço, mas ainda há lacunas estruturais Alana Maria Passos Barreto , Universidade Federal de Sergipe As eleições brasileiras de 2022 foram marcadas por um fenômeno que vai além da disputa entre candidatos: a desinformação operou como uma estratégia discursiva de contágio, mobilizando afetos e opiniões por meio das redes sociais digitais de forma sistemática e coordenada . A narrativa sobre a suposta “fraude nas urnas eletrônicas”, amplamente difundida pelo então candidato Jair Bolsonaro, não foi um episódio isolado – foi o resultado de um ecossistema informacional vulnerável, alimentado por algoritmos, bolhas digitais e pela ausência de um marco regulatório eficaz para a propaganda eleitoral na internet. Quatro anos depois, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, em março de 2026, 14 resoluções destinadas a orientar as eleições gerais deste ano. Entre os temas centrais estão o uso de inteligência artificial...

Físicos medem “tempo negativo” em laboratório

A semana de quatro dias não vai acontecer da noite para o dia, mas pode transformar a forma como vivemos e trabalhamos

Potenciais sinais de vida no Universo podem parecer empolgantes, mas confirmação pode levar anos

De Kiev a Taipei: o arco geopolítico de conflitos acelera transição para um mundo multipolar

Juventude Punida, Política Premiada: Exclusão de Jovens Russas da Copa Europeia Expõe Hipocrisia Geopolítica no Esporte

Eletricidade que Devora Gases do Efeito Estufa: Nova Tecnologia Promete Transformar Poluição em Solução Climática

Casos de gripe disparam e reforçam alerta para a necessidade de se vacinar

Gravidade sob nova lente: a corrida científica para medir o “G” expõe limites da precisão e dilemas tecnológicos