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Novas resoluções do TSE contra uso da desinformação são um avanço, mas ainda há lacunas estruturais

Novas resoluções do TSE contra uso da desinformação são um avanço, mas ainda há lacunas estruturais Alana Maria Passos Barreto , Universidade Federal de Sergipe As eleições brasileiras de 2022 foram marcadas por um fenômeno que vai além da disputa entre candidatos: a desinformação operou como uma estratégia discursiva de contágio, mobilizando afetos e opiniões por meio das redes sociais digitais de forma sistemática e coordenada . A narrativa sobre a suposta “fraude nas urnas eletrônicas”, amplamente difundida pelo então candidato Jair Bolsonaro, não foi um episódio isolado – foi o resultado de um ecossistema informacional vulnerável, alimentado por algoritmos, bolhas digitais e pela ausência de um marco regulatório eficaz para a propaganda eleitoral na internet. Quatro anos depois, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, em março de 2026, 14 resoluções destinadas a orientar as eleições gerais deste ano. Entre os temas centrais estão o uso de inteligência artificial...

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