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Israel e EUA atacam Irã e reacendem o risco de guerra regional em torno da tecnologia nuclear e de mísseis
Israel e EUA atacam Irã e reacendem o risco de guerra regional em torno da tecnologia nuclear e de mísseis
São Paulo, 28 de fevereiro de 2026
Por Fabiano C. Prometi*
A ofensiva conjunta de Israel e Estados Unidos contra múltiplas cidades iranianas, incluindo a capital Teerã, marca um novo patamar de confronto direto em torno do programa nuclear e do arsenal de mísseis da República Islâmica, com explosões relatadas também em Bahrein, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Catar e em território israelense nas horas seguintes. Longe de ser um episódio isolado, o ataque insere-se em uma trajetória de militarização tecnológica e de disputas assimétricas no Oriente Médio, em que capacidades de detecção, comando e controle, vetores de longo alcance e sistemas de defesa antiaérea se tornam instrumentos centrais de poder, barganha diplomática e, sobretudo, de vulnerabilização de populações civis.
Israel afirmou ter lançado um “ataque preventivo” para “eliminar ameaças ao Estado de Israel”, em ação coordenada com os Estados Unidos, que mobilizaram um amplo aparato de aeronaves e meios navais na região. Pouco depois, o Irã respondeu com salvas de mísseis contra alvos em Israel e bases militares norte‑americanas no Golfo, ampliando o espectro de risco de escalada e de erro de cálculo estratégico em um espaço já marcado por conflitos anteriores, como a guerra de junho de 2025 entre Israel e Irã. As primeiras horas após o ataque foram marcadas por relatos de explosões em Teerã, fumaça em áreas centrais próximas a escritórios ligados ao líder supremo Ali Khamenei, fechamento do espaço aéreo israelense e declaração de estado de emergência diante da expectativa de novos ataques com mísseis e drones.
No centro dessa nova etapa de confrontação está a disputa em torno da tecnologia nuclear iraniana e dos vetores de entrega – em especial mísseis balísticos de médio e longo alcance –, que Israel e aliados ocidentais descrevem como ameaça existencial, enquanto Teerã reivindica como instrumento de dissuasão e soberania. Relatórios de centros de pesquisa israelenses indicam que, já antes do conflito de 2025, o Irã detinha um arsenal estimado em cerca de 2.500 mísseis balísticos, tendo perdido entre um terço e metade desse estoque e aproximadamente dois terços de seus lançadores na guerra de 12 dias, o que levou o regime a adotar uma “doutrina de reconstrução” de capacidades nucleares e de mísseis em 2026. A estratégia israelense, por sua vez, migrou de uma lógica de contenção de proxies à adoção de ataques diretos contra alvos em território iraniano, após sucessivas campanhas de neutralização de sistemas de defesa aérea sírios e da capacidade de segundo ataque do Hezbollah no Líbano.
O programa nuclear iraniano, alvo central da pressão militar e diplomática, remonta ao período do xá nos anos 1950–1970, com apoio de países ocidentais no contexto da iniciativa “Átomos para a Paz”, e foi reorientado após a Revolução de 1979, com crescente nacionalização da cadeia de pesquisa, enriquecimento e construção de reatores. O Acordo Nuclear de 2015 (JCPOA) impôs limites ao nível de enriquecimento de urânio, ao estoque acumulado e ao número e tipo de centrífugas, além de um robusto regime de inspeções, mas sua erosão a partir da retirada dos EUA em 2018 abriu espaço para que o Irã expandisse novamente o programa, elevando níveis de enriquecimento, instalando centrífugas mais avançadas e aproximando‑se de uma capacidade de “país limiar” nuclear, ainda que sem reconhecimento oficial de posse de armas. Em resposta, Israel intensificou operações cibernéticas, sabotagens e ataques seletivos, sustentando que a diplomacia, desacompanhada de mecanismos de coerção, seria incapaz de impedir a nuclearização militar iraniana, tese agora levada ao extremo com bombardeios coordenados e de larga escala.
Em paralelo ao dossiê nuclear, o Irã construiu, nas últimas décadas, um vasto arsenal de mísseis balísticos e de cruzeiro, bem como drones de longo alcance, que passaram a ser empregados tanto diretamente quanto por meio de aliados regionais, como grupos no Iraque, Síria, Iêmen e Líbano. Analistas estimam que os investimentos iranianos em vetores convencionais buscam compensar a inferioridade em aviação de combate frente a Israel e EUA, apostando em saturação, dispersão de lançadores e mobilidade para garantir alguma capacidade de retaliação mesmo após ataques devastadores. A resposta iraniana aos bombardeios deste 28 de fevereiro – mísseis disparados contra bases norte‑americanas no Golfo e contra alvos em Israel – confirma a centralidade desses sistemas para a estratégia de sobrevivência do regime, ao mesmo tempo em que expõe populações civis a riscos imediatos e amplia a probabilidade de erros de cálculo com consequências potencialmente catastróficas.
Israel, por seu lado, há anos combina arquitetura de defesa multicamadas – sistemas como Iron Dome, David’s Sling e Arrow – com capacidades ofensivas de longo alcance, em especial por meio de sua força aérea equipada com caças de quarta e quinta geração, munições guiadas de precisão e apoio de inteligência, vigilância e reconhecimento fornecido, em grande medida, pelos Estados Unidos. O reforço recente da presença militar norte‑americana na região, com o envio de pelo menos dois grupos de porta‑aviões, amplia a capacidade de projeção de poder, mas também torna as bases e navios EUA possíveis alvos de retaliação iraniana, como demonstram os ataques reportados contra instalações no Bahrein e em outros países do Golfo. O resultado é um ambiente em que a interdependência tecnológica e militar se converte em interdependência de vulnerabilidades, com riscos crescentes de que incidentes localizados se transformem em conflito regional aberto, envolvendo múltiplos atores estatais e não estatais.
A dinâmica tecnológica desse confronto não é neutra: ela está imersa em assimetrias de poder e em narrativas concorrentes sobre segurança, soberania e justiça global. Enquanto Israel e EUA apresentam as operações de 2025 e de 2026 como esforços para conter a “ameaça existencial” e “neutralizar capacidades” iranianas, autoridades e mídia iranianas as descrevem como agressões ilegítimas e expressão da recusa ocidental em aceitar um equilíbrio de poder mais plural na região. Em ambos os discursos, porém, há uma constante invisibilização dos impactos sociais imediatos: o ataque deste sábado atingiu prédios governamentais, infraestruturas críticas e áreas urbanas densamente povoadas, provocando incêndios e pânico, enquanto vídeos compartilhados em redes iranianas mostram fumaça sobre bairros de Teerã, buzinas, voos de jatos e reações contraditórias de medo e comemoração nas ruas.
Do ponto de vista do desenvolvimento e da justiça social, o que se observa é um ciclo de securitização que captura recursos públicos e capital tecnológico que poderiam ser aplicados em saúde, educação, transição energética e infraestrutura civil, redirecionando‑os para a lógica da destruição. Tanto o Irã quanto Israel e os países do Golfo investem bilhões de dólares anuais em sistemas de armas, sistemas de vigilância e alianças militares, em um contexto em que a própria região do Oriente Médio e Norte da África enfrenta desafios estruturais de desemprego juvenil, desigualdade de gênero, colapso climático e crises hídricas. A concentração de capacidades militares avançadas aumenta o peso destes atores na geopolítica global, mas não necessariamente se traduz em maior bem‑estar para a maioria da população, frequentemente submetida a sanções, inflação, repressão política e deslocamentos forçados.
Tendências recentes apontadas por centros de análise indicam que 2026 seria um ano de encruzilhada para o Irã, após a “guerra de 12 dias” de 2025 ter abalado a crença na invulnerabilidade do regime sem, contudo, produzir mudança de regime. Especialistas alertavam que a sensação, em Teerã, de ter “sobrevivido” àquele confronto poderia incentivar maior disposição para o risco, inclusive frente às mudanças políticas nos Estados Unidos e em Israel, estreitando a janela para acomodações diplomáticas. A ofensiva deste 28 de fevereiro parece confirmar esse diagnóstico de escalada, em um contexto em que a reconstrução do aparato de mísseis e a insistência na negociação apenas sobre o dossiê nuclear – sem discutir proxies regionais ou direitos humanos internos – alimentam a percepção israelense e norte‑americana de que apenas a força pode produzir alterações estruturais na postura iraniana.
Elementos visuais e dados quantitativos ajudam a dimensionar o problema.
Gráfico 1 – Escalada recente Israel–Irã (2025–2026)
Legenda: Linha do tempo com a guerra de 12 dias em junho de 2025, a reconstrução parcial do arsenal iraniano e o ataque conjunto Israel–EUA em fevereiro de 2026, seguida pela resposta iraniana com mísseis contra Israel e bases dos EUA no Golfo.
Fonte: Al Jazeera, The Guardian, AP, Israel‑Alma Research Center.
Tabela 1 – Capacidades militares relevantes (valores aproximados, com base em avaliações públicas)
| Indicador | Irã (2025, pré‑guerra) | Situação pós‑2025 / início de 2026 | Fonte principal |
|---|---|---|---|
| Estoque de mísseis balísticos | ~2.500 unidades | Perda de 1/3 a 1/2 do arsenal | Israel‑Alma Research Center |
| Lançadores de mísseis balísticos | Nível pré‑guerra (100%) | ~1/3 do total destruído | Israel‑Alma Research Center |
| Capacidade nuclear | País limiar (sem arma declarada) | Expansão de enriquecimento pós‑JCPOA | Análises regionais e OCDE |
| Presença de grupos de porta‑aviões dos EUA | 1 na região (2024) | 2 grupos em operação em 2025–2026 | Think tanks e imprensa EUA |
| Sistemas de defesa multicamadas em Israel | Iron Dome, David’s Sling, Arrow operacionais | Reforço de prontidão e fechamento de espaço aéreo | Imprensa israelense e EUA |
Legenda: A tabela sintetiza, com base em estimativas públicas, a evolução de capacidades críticas que estruturam o equilíbrio de poder atual entre Irã, Israel e EUA.
Fontes: Israel‑Alma Research Center, Atlantic Council, Al Jazeera, AP.
Esses dados evidenciam que o conflito não pode ser lido apenas como disputa ideológica, mas como luta por vantagem tecnológica em sistemas que reduzem o tempo de decisão e ampliam o raio de destruição. O encurtamento do intervalo entre detecção, decisão e disparo – graças a sensores, comunicação em tempo real e automatização parcial de defesas – pressiona lideranças políticas a reagir sob risco de parecer fracas, aumentando a probabilidade de escaladas rápidas a partir de incidentes ou informações incompletas. Em um cenário em que líderes, inclusive nos EUA e em Israel, enxergam a janela de 2026 como momento decisivo para “resolver” o problema iraniano, a tecnologia deixa de funcionar como fator de dissuasão estável e passa a ser percebida como oportunidade de “golpe definitivo”, com efeitos imprevisíveis para a região e para a governança global de armamentos.
Ao mesmo tempo, o conflito em torno da tecnologia nuclear iraniana se conecta a tendências globais mais amplas: recrudescimento da competição entre grandes potências, fraturas no regime internacional de não proliferação e uso crescente de sanções e embargos tecnológicos como instrumentos de política externa. A erosão gradual do Tratado de Não Proliferação (TNP) como eixo central da governança nuclear, a modernização de arsenais por parte de potências nucleares reconhecidas e a ausência de avanços significativos em direção ao desarmamento alimentam a percepção, em países como o Irã, de que somente a posse de capacidades nucleares avançadas – declaradas ou latentes – garante segurança última contra intervenções externas. Esse quadro, somado à normalização de ataques preventivos e à instrumentalização de justificativas de “neutralização de ameaças”, pode estimular outros Estados a perseguir o status de “país limiar”, corroendo ainda mais a distinção entre usos pacíficos e militares da energia nuclear.
Do ponto de vista normativo, o ataque conjunto de Israel e EUA em 2026 reabre o debate sobre a legalidade do uso preventivo da força e sobre a margem de interpretação dos conceitos de “autodefesa” e “ameaça iminente” no direito internacional. Enquanto autoridades israelenses descrevem a operação como necessária para impedir futuros ataques, críticos argumentam que a generalização de justificativas preventivas mina a proibição do uso da força contida na Carta da ONU e legitima uma espécie de “segurança seletiva”, reservada a Estados com maior poder militar e diplomático. Em termos de justiça social, essa assimetria significa que populações de países alvo – frequentemente já submetidas a regimes autoritários – acabam expostas a duplo risco: de um lado, repressão interna e captura de recursos pelo aparato de segurança; de outro, bombardeios externos que aprofundam crises humanitárias.
O cenário de 28 de fevereiro de 2026, portanto, condensa múltiplas camadas de inovação tecnológica, cálculo estratégico e desigualdade global. Em jogo não está apenas a evolução de centrífugas, mísseis e sistemas de defesa, mas a própria capacidade da comunidade internacional de construir mecanismos de contenção que priorizem vidas humanas e desenvolvimento sustentável sobre ganhos táticos de curto prazo. Se a tecnologia é hoje um dos principais vetores de poder na região, ela pode, em outro arranjo institucional e político, ser redirecionada para agendas de transição energética, reconstrução pós‑conflito e inclusão social – um horizonte que, diante das imagens de Teerã sob fumaça e das declarações de “operações de combate em larga escala”, parece distante, mas permanece condição necessária para qualquer projeto de paz duradoura no Oriente Médio.
Bibliografia (ABNT)
AL JAZEERA. US, Israel attack Iran live: Trump announces “major combat operations”. Doha: Al Jazeera Media Network, 2026. Disponível em: https://www.aljazeera.com/news/liveblog/2026/2/28/live-israel-launches-attacks-on-iran-multiple-explosions-heard-in-tehran. Acesso em: 28 fev. 2026.
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BORGER, J.; AGÊNCIAS. Israel attacks Iran as blasts heard in Tehran. London: The Guardian, 28 fev. 2026. Disponível em: https://www.theguardian.com/world/live/2026/feb/28/israel-attacks-iran-as-blasts-heard-in-tehran-live-updates. Acesso em: 28 fev. 2026.
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AL JAZEERA ENGLISH. ⭕ LIVE: Israel has launched attacks against Iran, as multiple explosions have been heard in Iran’s capital, Tehran. X (Twitter), 27 fev. 2026. Disponível em: https://x.com/AJEnglish/status/2027633028059828715. Acesso em: 28 fev. 2026.
ASSOCIATED PRESS. Live updates: Israel confirms attack on Iran as explosions are heard in Tehran. Nova York: AP News, 27 fev. 2026. Disponível em: https://apnews.com/live/live-updates-israel-iran-february-28-2026. Acesso em: 28 fev. 2026.
Créditos
Reportagem: Fabiano C. Prometi.
Edição: Fabiano C. Prometi.
Produção editorial: Equipe Horizontes do Desenvolvimento – Inovação, Política e Justiça Social.
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