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A Paulista em festa e o Brasil dividido: o “tetra” de Lula inaugura um novo teste democrático

A Paulista em festa e o Brasil dividido: o “tetra” de Lula inaugura um novo teste democrático

A reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva mobiliza milhares de apoiadores na Avenida Paulista e entra para a história política brasileira. Mas, por trás das imagens de celebração, permanecem os desafios da polarização, da desinformação e da cobrança por resultados sociais concretos.

Data de publicação: 26 de outubro de 2026
Por: Fabiano C. Prometi — Repórter
Edição: Fabiano C. Prometi
Veículo: Horizontes do Desenvolvimento — Grandes Inovações Tecnológicas

📸 A democracia ocupa as ruas, mas precisa continuar funcionando todos os dias.

A Avenida Paulista voltou a ser palco de uma das manifestações políticas mais simbólicas do Brasil contemporâneo. Na noite de domingo, 25 de outubro de 2026, apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva ocuparam trechos da principal avenida de São Paulo para celebrar a reeleição do presidente, confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A concentração ganhou força à medida que a apuração avançava, transformando o espaço urbano em cenário de abraços, bandeiras, manifestações de entusiasmo e demonstrações públicas de apoio ao projeto político vitorioso. Em fotorreportagem publicada nesta segunda-feira, 26 de outubro, a TVT News documentou a movimentação em 32 imagens assinadas pela fotógrafa Emanuela Godoy, incluindo registros da multidão e do cantor Tim Bernardes, da banda O Terno, entre os presentes na celebração (GODOY, 2026).

A reportagem fotográfica retrata uma dimensão essencial da democracia: a possibilidade de os cidadãos se reunirem livremente, expressarem suas preferências políticas e comemorarem uma decisão tomada nas urnas. A festa, entretanto, precisa ser compreendida dentro de um contexto mais amplo. A imagem de uma avenida tomada por apoiadores possui força simbólica, mas não representa, isoladamente, a totalidade do eleitorado brasileiro. A democracia não se resume à manifestação dos vencedores, assim como a legitimidade de uma eleição não depende do tamanho de uma multidão nas ruas. Ela se apoia no voto, nas regras institucionais, na liberdade de expressão e no respeito ao resultado eleitoral.

O título “Lula é tetra”, utilizado pela TVT News, sintetiza a dimensão histórica do resultado. O presidente foi eleito para um quarto mandato, depois das vitórias eleitorais de 2002, 2006 e 2022, agora ampliadas pela conquista de 2026. Não se trata de quatro mandatos consecutivos: os dois primeiros foram exercidos entre 2003 e 2010, e os dois seguintes correspondem aos períodos de 2023 a 2026 e de 2027 a 2030. A nova vitória consolida uma trajetória política excepcional, marcada pela capacidade de Lula de conservar uma base eleitoral expressiva ao longo de diferentes ciclos econômicos, transformações sociais e mudanças no cenário político brasileiro.

Os números oficiais mostram a dimensão da disputa. Segundo o TSE, Lula recebeu 64.256.232 votos, equivalentes a 51,79% dos votos válidos. O senador Flávio Bolsonaro, candidato do Partido Liberal (PL), obteve 59.826.041 votos, ou 48,21%. A diferença foi de 4.430.191 votos, correspondente a 3,58 pontos percentuais. O resultado foi anunciado na noite de domingo pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, após a apuração do segundo turno (TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, 2026).

A vitória é inequívoca segundo as regras eleitorais brasileiras, mas a margem também revela a permanência de uma sociedade politicamente dividida. Quase metade dos votos válidos foi destinada ao adversário. Ignorar esse dado significaria confundir a conquista legítima do governo com a existência de uma suposta unanimidade nacional. A comemoração pertence aos eleitores de Lula; o Estado, contudo, continua pertencendo a todos os cidadãos, independentemente de sua preferência eleitoral.

A eleição também entrou para a história por uma particularidade matemática e política. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro havia ficado à frente, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. No segundo turno, a posição se inverteu. Segundo a Agência Câmara de Notícias, foi a primeira vez, desde a adoção do sistema de dois turnos nas eleições presidenciais brasileiras, que o candidato em segundo lugar na primeira votação conseguiu superar o líder na etapa final. O episódio demonstra a importância da capacidade de ampliar alianças, conquistar eleitores indecisos e mobilizar setores sociais que não se identificavam integralmente com nenhuma das candidaturas no primeiro turno (CÂMARA DOS DEPUTADOS, 2026).

A vitória não pode, portanto, ser explicada apenas pela fidelidade histórica dos eleitores petistas. A passagem de uma disputa apertada no primeiro turno para a conquista da maioria no segundo indica que a campanha final teve papel decisivo na reorganização de apoios. A mobilização nas redes sociais, a comunicação direta com os eleitores e as manifestações públicas também foram apontadas pela Agência Brasil como componentes relevantes da campanha vitoriosa (BRANDÃO; PEDUZZI, 2026). Ainda assim, estabelecer o peso exato de cada fator exigiria pesquisas eleitorais e análises específicas, não apenas a observação das cenas de comemoração.

Outro dado fundamental para compreender o cenário é a participação eleitoral. O segundo turno contou com mais de 158 milhões de eleitores aptos a votar, dos quais aproximadamente 128,2 milhões compareceram às urnas. A abstenção ficou em 19,22%, abaixo dos 21,08% registrados no primeiro turno, conforme o balanço divulgado pelo TSE. O comparecimento expressivo demonstra a dimensão da mobilização, mas os mais de 30 milhões de eleitores ausentes continuam representando uma questão importante para a participação democrática (TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, 2026).

Não é correto atribuir automaticamente a abstenção a desinteresse político. Distância dos locais de votação, dificuldades de transporte, condições de trabalho, problemas de saúde e obstáculos socioeconômicos podem influenciar a participação. O desafio de uma democracia inclusiva é compreender essas barreiras e ampliar as condições materiais para que o exercício do voto seja efetivamente acessível. O direito formal de participar precisa ser acompanhado de medidas que reduzam os obstáculos concretos à participação política.

A geografia eleitoral também recomenda cautela na interpretação das imagens da Paulista. O levantamento oficial do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo mostra que Lula venceu na capital paulista, com 3.864.354 votos, correspondentes a 55,5% dos votos válidos. No conjunto do estado, porém, Flávio Bolsonaro conquistou 53,85%, com 14.139.178 votos válidos. A diferença entre os resultados da capital e do interior ajuda a explicar por que uma celebração de grandes proporções em um dos principais centros políticos e econômicos do país não pode ser confundida com uma representação uniforme de todo o estado (TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SÃO PAULO, 2026).

Esse contraste é especialmente importante para uma leitura progressista e crítica da conjuntura. A reeleição representa uma vitória do campo político liderado pelo PT e impede que a candidatura de Flávio Bolsonaro assuma o Executivo federal. Porém, a existência de uma oposição numericamente expressiva exige que o próximo mandato seja sustentado por políticas públicas consistentes, diálogo institucional e resultados verificáveis. A democracia não se fortalece quando os adversários são tratados indistintamente como inimigos; fortalece-se quando o debate é preservado e quando práticas autoritárias, ataques às instituições e tentativas de deslegitimar o voto são enfrentados com firmeza.

A defesa da democracia, nesse sentido, não deve ser confundida com uma autorização para que o governo ignore críticas legítimas. O respeito às instituições, a liberdade de imprensa e a autonomia dos órgãos de fiscalização precisam valer também para o campo político vencedor. Uma vitória eleitoral confere legitimidade para governar, mas não elimina a obrigação de prestar contas, respeitar direitos e submeter decisões ao controle público.

🌐 O desafio global da desinformação eleitoral

A experiência brasileira também dialoga com um problema internacional: a influência das plataformas digitais sobre a formação da opinião pública e a transparência das campanhas. Redes sociais e aplicativos de mensagens ampliam as possibilidades de mobilização, permitem comunicação direta entre candidatos e eleitores e facilitam a circulação de informação. Ao mesmo tempo, podem acelerar a propagação de conteúdos falsos, campanhas coordenadas de manipulação e discursos que procuram desacreditar instituições democráticas.

Em agosto de 2026, a Anistia Internacional divulgou um experimento que avaliou a capacidade de moderação de anúncios políticos no Facebook. A organização submeteu 15 anúncios de teste em português, dos quais 14 continham desinformação relacionada às eleições. Oito foram aceitos pela plataforma, enquanto sete foram encaminhados para verificação de identidade, sem rejeição específica motivada pelo conteúdo enganoso. A organização informou que os anúncios não chegaram a ser publicados, pois foram cancelados antes de sua veiculação. Entre as narrativas reproduzidas nos testes estavam falsas alegações de fraude eleitoral e mensagens favoráveis a uma tomada militar do poder (AMNESTY INTERNATIONAL, 2026).

É importante fazer uma distinção: o experimento não demonstra que determinada candidatura tenha produzido ou patrocinado aqueles anúncios. Seu resultado aponta para vulnerabilidades nos mecanismos de moderação da plataforma. Mesmo assim, a constatação é preocupante, porque mensagens que questionam fraudulentamente a legitimidade do voto ou defendem rupturas institucionais podem corroer a confiança pública e criar condições para a aceitação de soluções autoritárias.

Um estudo divulgado em outubro pelo International Panel on the Information Environment (IPIE), em parceria com o NetLab da Universidade Federal do Rio de Janeiro, reforçou as preocupações com a transparência da publicidade eleitoral. A pesquisa analisou 7.677 anúncios associados a 19 páginas vinculadas a 11 candidaturas presidenciais no Facebook e no Instagram durante o primeiro turno de 2026. Segundo os pesquisadores, a Meta forneceu integralmente apenas três dos nove tipos de informação exigidos pelas regras brasileiras para esse tipo de publicidade. O estudo também identificou limitações para verificar gastos, responsáveis financeiros e datas efetivas de veiculação dos anúncios (IPIE; NETLAB UFRJ, 2026).

Esses resultados não autorizam afirmar que a vitória de Lula tenha sido determinada por anúncios digitais irregulares, nem que as falhas identificadas tenham favorecido exclusivamente uma candidatura. O problema central é outro: sem transparência suficiente, jornalistas, pesquisadores, autoridades e cidadãos encontram dificuldades para avaliar se a disputa ocorreu em condições informacionais adequadas. O próprio estudo ressalta que sua análise se concentrou nos anúncios do primeiro turno, não no segundo.

A preocupação ultrapassa as fronteiras brasileiras. As mesmas plataformas e estruturas comerciais de publicidade digital são utilizadas em eleições de diferentes países, onde também surgem debates sobre integridade eleitoral, prestação de contas e atuação das empresas de tecnologia. O relatório The Global State of Democracy 2025, do International IDEA, apontou que 94 países — 54% dos países avaliados — registraram deterioração em pelo menos um aspecto do desempenho democrático em 2024, na comparação com seu desempenho cinco anos antes. O levantamento não significa que todos esses países tenham passado pela mesma crise, mas indica que a qualidade democrática enfrenta pressões disseminadas em diferentes regiões do mundo (INTERNATIONAL IDEA, 2025).

A experiência internacional demonstra que eleições competitivas, por si só, não garantem a preservação de instituições sólidas. É igualmente necessário proteger a liberdade de imprensa, a independência judicial, a transparência do financiamento político e o direito dos cidadãos de acessar informações confiáveis. No Brasil, isso exige fiscalização efetiva da propaganda eleitoral, regras claras para o uso político da inteligência artificial e responsabilização proporcional quando houver violação da legislação. Também exige que medidas contra a desinformação não sejam utilizadas como justificativa para censurar críticas legítimas ou restringir arbitrariamente a liberdade de expressão.

🏛️ Do triunfo eleitoral à responsabilidade de governar

O significado político da comemoração na Paulista depende, em última análise, do que virá depois dela. Para os apoiadores de Lula, a reeleição representa a continuidade de um projeto político associado à ampliação de políticas sociais, à redução das desigualdades e à presença do Estado na promoção do desenvolvimento. Para o governo, entretanto, a celebração também inaugura um período de cobrança: a legitimidade conquistada nas urnas precisará ser convertida em melhorias percebidas na vida cotidiana.

A agenda de um novo mandato não pode se limitar a reafirmar a vitória sobre a direita bolsonarista. O país continuará enfrentando desafios relacionados à renda, à qualidade do emprego, à educação, à saúde pública, à segurança, à proteção ambiental e ao financiamento de políticas sociais. A avaliação do governo dependerá da capacidade de transformar compromissos em resultados concretos, com indicadores verificáveis, execução eficiente dos recursos públicos e distribuição socialmente justa dos benefícios do crescimento econômico.

Uma perspectiva progressista coerente deve insistir que desenvolvimento não é apenas expansão do produto interno bruto ou aumento da arrecadação. É também redução das vulnerabilidades sociais, ampliação das oportunidades, proteção dos direitos trabalhistas, combate às discriminações e acesso efetivo aos serviços públicos. A democracia se torna mais resiliente quando seus cidadãos percebem que ela possui capacidade de responder a problemas materiais, em vez de existir apenas como disputa periódica pelo poder.

Ao mesmo tempo, a vitória eleitoral não elimina a necessidade de enfrentar as práticas antidemocráticas. Tentativas de desacreditar sem provas os resultados das urnas, defender intervenções militares contra a ordem constitucional ou tratar oponentes como inimigos ilegítimos precisam ser combatidas por meio da informação verificada, da Justiça e do respeito ao Estado de Direito. Essa defesa deve permanecer vinculada a princípios universais: as mesmas regras democráticas devem proteger tanto os apoiadores do governo quanto seus críticos.

A fotorreportagem da TVT News registra um momento de entusiasmo coletivo e possui valor documental ao mostrar como uma parcela da sociedade recebeu o resultado eleitoral. As imagens ajudam a compreender a dimensão simbólica da vitória, a ocupação do espaço público e a força da mobilização política. Mas fotografias não substituem estatísticas eleitorais, pesquisas, fiscalização pública ou análise das políticas governamentais. Uma avenida cheia é um fato visual; a vontade nacional precisa ser medida pelas urnas e interpretada com responsabilidade.

A mensagem que emerge desse contraste é direta: Lula conquistou legitimamente seu quarto mandato, mas a democracia brasileira continua dividida e enfrenta desafios que ultrapassam a disputa entre dois candidatos. O campo progressista tem razões para celebrar a derrota eleitoral de uma candidatura associada ao bolsonarismo, sobretudo diante dos riscos representados por práticas de deslegitimação institucional. Ainda assim, a tarefa histórica não termina na festa.

A celebração de 25 de outubro será lembrada como parte de uma eleição singular. Seu significado mais duradouro, porém, dependerá do que a sociedade brasileira conseguir construir a partir dela: instituições protegidas, políticas públicas avaliadas por resultados, combate à desigualdade e liberdade para que o debate político continue existindo sem ameaças autoritárias. O verdadeiro teste do quarto mandato não será o tamanho da multidão na Paulista, mas a capacidade de transformar a vitória nas urnas em uma democracia mais inclusiva, socialmente justa e resistente à desinformação.

📊 Quadro de dados — Eleição presidencial de 2026

IndicadorResultado
Lula (PT)64.256.232 votos — 51,79%
Flávio Bolsonaro (PL)59.826.041 votos — 48,21%
Diferença entre os candidatos4.430.191 votos
Abstenção no segundo turno19,22%
Votação de Lula na capital paulista55,5% dos votos válidos
Votação de Flávio Bolsonaro no estado de São Paulo53,85% dos votos válidos

Legenda: Os resultados nacionais referem-se ao segundo turno de 25 de outubro de 2026. Os percentuais relativos à capital e ao estado de São Paulo evidenciam a diferença entre o comportamento eleitoral da capital e o do conjunto estadual.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), dados publicados em 25 e 26 de outubro de 2026.

📚 Bibliografia

AMNESTY INTERNATIONAL. Brazil: Amnesty International experiment exposes Meta’s failure to catch election-related disinformation ads on Facebook. 25 Aug. 2026. Disponível em: https://www.amnesty.org/en/latest/news/2026/08/brazil-election-disinformation/. Acesso em: 26 out. 2026.

BRANDÃO, Marcelo; PEDUZZI, Pedro. Lula é reeleito presidente do Brasil em virada histórica. Agência Brasil, Brasília, 25 out. 2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/lula-e-reeleito-presidente-do-brasil-em-virada-historica. Acesso em: 26 out. 2026.

CÂMARA DOS DEPUTADOS (Brasil). Agência Câmara de Notícias. Lula é reeleito presidente com quase 52% dos votos válidos no 2º turno. Brasília, DF, 25 out. 2026. Atualizado em: 26 out. 2026. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/1313705-lula-e-reeleito-presidente-com-quase-52-dos-votos-validos-no-2o-turno. Acesso em: 26 out. 2026.

GODOY, Emanuela. Lula é tetra e multidão toma conta da Paulista; veja as fotos da comemoração. TVT News, 26 out. 2026. Disponível em: https://tvtnews.com.br/lula-e-tetra-veja-as-fotos-da-comemoracao/. Acesso em: 26 out. 2026.

INTERNATIONAL IDEA. The Global State of Democracy 2025: Democracy on the Move. Stockholm: International IDEA, 2025. 332 p. ISBN 978-91-7671-987-9. DOI: https://doi.org/10.31752/idea.2025.53. Disponível em: https://www.idea.int/publications/catalogue/html/global-state-democracy-2025-democracy-move. Acesso em: 26 out. 2026.

INTERNATIONAL PANEL ON THE INFORMATION ENVIRONMENT (IPIE); NETLAB UFRJ. Press Release: Meta’s Public Data Can’t Show Whether Brazil’s Campaigns Were Given Equal Treatment. Zürich; Rio de Janeiro, 23 Oct. 2026. Disponível em: https://www.ipie.info/news/press-release-metas-public-data-cant-show-whether-btazils-campaigns-were-given-equal-treatment. Acesso em: 26 out. 2026.

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SÃO PAULO. Eleições 2026: Lula é reeleito presidente da República; confira resultado do 2º turno em SP. São Paulo, 25 out. 2026. Atualizado em: 26 out. 2026. Disponível em: https://www.tre-sp.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Outubro/eleicoes-2026-lula-e-reeleito-presidente-da-republica-confira-resultado-do-2o-turno-em-sp. Acesso em: 26 out. 2026.

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (Brasil). Presidente do TSE anuncia reeleição de Lula e faz balanço do 2º turno das Eleições 2026. Brasília, DF, 26 out. 2026. Disponível em: https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Outubro/presidente-do-tse-anuncia-reeleicao-de-lula-e-faz-balanco-do-2o-turno-das-eleicoes-2026. Acesso em: 26 out. 2026.

Nota bibliográfica: As fontes consultadas são notícias e publicações digitais que não indicam número de edição. As referências foram organizadas conforme os dados disponíveis, sem atribuir edições ou editoras não informadas.

✍️ Créditos editoriais e direitos autorais

Reportagem: Fabiano C. Prometi.
Edição: Fabiano C. Prometi.
Publicação: Horizontes do Desenvolvimento — Grandes Inovações Tecnológicas.

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