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O fim da loja física? O varejo brasileiro descobre que o futuro não está na quantidade de lojas, mas na eficiência

  O fim da loja física? O varejo brasileiro descobre que o futuro não está na quantidade de lojas, mas na eficiência Data de publicação: 19 de agosto de 2026 Por Fabiano C. Prometi — Repórter Edição: Fabiano C. Prometi Durante décadas, a expansão física foi uma das principais medidas de força das grandes redes varejistas brasileiras. Abrir lojas significava conquistar cidades, ampliar presença de marca, aproximar-se do consumidor e aumentar a escala de vendas. Esse modelo ajudou a construir gigantes como Casas Bahia, Pão de Açúcar, Carrefour e Magazine Luiza. Agora, porém, a lógica mudou. Em vez de disputar quem possui a maior quantidade de pontos de venda, o varejo começa a disputar quem consegue transformar cada metro quadrado em uma operação mais eficiente, integrada e rentável. O movimento ganhou novo significado nas últimas semanas com a crise da Casas Bahia, mas está longe de ser um fenômeno isolado. A questão central, portanto, não é saber se a loja física morreu. Ela não mo...

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