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Paquistão declara “guerra aberta” ao Talibã: o que a escalada militar revela sobre tecnologia bélica, governança algorítmica e (in)segurança regional

Paquistão declara “guerra aberta” ao Talibã: o que a escalada militar revela sobre tecnologia bélica, governança algorítmica e (in)segurança regional

São Paulo, 27 de fevereiro de 2026

Por Fabiano C. Prometi*
Edição: Fabiano C. Prometi*

Quando o ministro da Defesa do Paquistão, Khawaja Asif, declarou que a “paciência havia se esgotado” e que o país entrava em “guerra aberta” contra o governo talibã no Afeganistão, o anúncio não foi apenas um novo capítulo de um conflito histórico: foi a manifestação visível de uma infraestrutura tecnológica de guerra, vigilância e decisão algorítmica que vem se consolidando silenciosamente na região há pelo menos duas décadas. Os bombardeios sobre Kabul, Kandahar e Paktia, seguidos por ofensivas terrestres e operações retaliatórias afegãs ao longo da Linha Durand, condensam um conjunto de processos em que drones armados, sistemas de inteligência eletrônica, redes de sensores e modelos de análise de dados em tempo real tornam-se centrais para a condução da política externa, a gestão de fronteiras e a produção de (in)segurança regional.

A crise atual é o ponto de encontro entre três dimensões: um conflito fronteiriço de longa data, uma reconfiguração geopolítica pós-retirada ocidental do Afeganistão e a maturação de tecnologias militares e de vigilância que reposicionam o Paquistão e o Afeganistão em um tabuleiro mais amplo de competição regional envolvendo Índia, China e potências ocidentais. Ao mesmo tempo, o apelo das Nações Unidas para a proteção de civis e o respeito ao direito internacional revela a tensão entre a lógica da “guerra de precisão” – apresentada como tecnicamente controlada – e o impacto material de bombas e projéteis sobre campos de refugiados, periferias urbanas e rotas de comércio transfronteiriço.

No plano imediato, ambas as partes reivindicam “grandes baixas” infligidas ao adversário, mas oferecem números incompatíveis entre si, o que evidencia não apenas a disputa pela narrativa, mas também os limites da própria contabilidade digital da guerra. Fontes paquistanesas falam em 133 combatentes talibãs mortos e mais de 200 feridos após ataques a postos, depósitos de munição e centros de comando, enquanto a versão afegã menciona oito soldados próprios mortos, 11 feridos e 13 civis atingidos em um campo de refugiados em Nangarhar, além de dezenas de militares paquistaneses mortos e postos capturados. Em um cenário de bombardeios aéreos e artilharia transfronteiriça, esses dados, ainda não verificáveis de forma independente, apontam para uma escalada que já ultrapassa o padrão de “incidente de fronteira” e se aproxima de uma campanha militar articulada.

A tecnologia no centro do conflito: de drones artesanais à guerra em rede

A dimensão tecnológica dessa escalada não é um detalhe operacional, mas um eixo estruturante da forma como ambos os Estados definem ameaças, escolhem alvos e operacionalizam a violência. O Paquistão vem, há anos, modernizando sua capacidade de vigilância e ataque, combinando aviões de combate, drones armados de fabricação própria e estrangeira, sistemas de inteligência de sinais (SIGINT) e monitoramento terrestre para mapear movimentos ao longo da fronteira porosa de mais de 2.600 km com o Afeganistão. Esses sistemas, articulados a bancos de dados de grupos armados e rotas de infiltração, reduziram o tempo entre coleta de informação, processamento e decisão sobre o uso da força, reforçando uma lógica de “guerra de oportunidades” em que a janela entre o “achar” e o “atacar” um alvo é comprimida por algoritmos.

Do lado afegão, a transição do Talibã de força insurgente para regime estatal não eliminou a cultura operacional baseada em redes informais, mas a combinou com acesso a arsenais, bases e infraestruturas deixadas pelo Estado anterior, incluindo parte de equipamentos que haviam sido integrados a sistemas de inteligência apoiados pelos Estados Unidos antes da retirada. Ainda que a capacidade tecnológica do Afeganistão seja significativamente menor, a adoção de táticas de guerra híbrida – que conjugam ataques convencionais, uso de artilharia, operações relâmpago contra postos de fronteira e exploração de zonas cinzentas jurisdicionais – é potencializada por comunicações encriptadas, uso de plataformas abertas de imagem de satélite e circulação em redes sociais.

Essa convergência de tecnologias consolida uma arquitetura de guerra em rede na qual a distinção clássica entre campo de batalha e retaguarda se torna mais difusa. A fronteira deixa de ser uma linha física, fixa, e passa a ser um conjunto dinâmico de pontos monitorados, rotas estimadas e probabilidades calculadas, o que reconfigura a própria ideia de soberania territorial. O discurso paquistanês de que “ações necessárias serão tomadas em qualquer lugar” para proteger o território, por exemplo, remete a uma concepção de segurança que se projeta para além da própria linha de fronteira, legitimando, em termos internos, incursões aéreas profundas em solo afegão.

Linha do tempo recente da escalada

A atual conflagração não surge do zero. Desde pelo menos outubro de 2025, a fronteira paquistanês-afegã tem sido palco de incidentes recorrentes, com mortes de soldados, civis e suspeitos de militância, intensificados por atentados suicidas e ataques a comboios em áreas fronteiriças como Khyber e Bannu. Em fevereiro de 2026, o Paquistão realizou o que classificou como “operações seletivas baseadas em inteligência” contra esconderijos de militantes na fronteira, alertando que responderia de forma contundente a novos ataques, o que sinalizava um deslocamento gradual de ações defensivas para uma postura ofensiva mais aberta.

A ofensiva atual ganha forma quando forças afegãs passam a atingir posições paquistanesas em pelo menos seis províncias fronteiriças, apresentando as ações como resposta a bombardeios aéreos paquistaneses em campos de militantes no fim de semana anterior – ataques que teriam deixado pelo menos 18 mortos. Em seguida, a reação de Islamabad evolui de enfrentamentos pontuais para uma série de ataques aéreos e terrestres dirigidos a Kabul, Kandahar, Paktia e outros pontos estratégicos, acompanhados de declarações públicas sobre “guerra aberta” e a intenção de “punir” o Talibã.

Esse encadeamento de ações retaliação–contrarretaliação é emblemático da dinâmica de “tit-for-tat” que domina a relação recente entre os dois países e que tende a se agravar em ambientes em que os ciclos de decisão são acelerados por sistemas de alerta precoce, análises automatizadas de risco e pressão política interna. O resultado é um escalonamento rápido, em que os instrumentos pensados para garantir controle e previsibilidade – sensores, algoritmos, modelos de risco – podem, paradoxalmente, produzir incentivos à reação imediata e à radicalização de posturas, reduzindo o espaço de manobra diplomática.

Reações internacionais e governança de risco

No plano internacional, a resposta segue o script das grandes crises regionais: a ONU pede contenção, apelo ao direito internacional humanitário e proteção de civis; grandes potências e vizinhos projetam seus próprios interesses estratégicos sobre o conflito. O secretário-geral António Guterres, por meio de seu porta-voz, conclamou Paquistão e Afeganistão a cumprir obrigações internacionais e a aderir a esforços diplomáticos de desescalada, destacando a gravidade de ataques que já atingiram áreas civis e instalações sensíveis.

A Índia, rival histórico do Paquistão, condenou os bombardeios paquistaneses em território afegão, qualificando-os como tentativa de “externalizar fracassos internos”, o que sinaliza uma disputa narrativa mais ampla sobre quem é responsável pela instabilidade e pelo abrigo de grupos militantes na região. Ao mesmo tempo, atores como China, Rússia e estados do Golfo observam a escalada de um ponto de vista estratégico: qualquer reconfiguração de alianças ou presença militar no eixo Afeganistão–Paquistão tem impacto direto sobre corredores energéticos, rotas da Nova Rota da Seda e equilíbrio de poder no sul da Ásia.

Esse cenário coloca em evidência uma lacuna na governança global de risco: enquanto a proliferação de tecnologias militares e de vigilância aumenta a capacidade dos Estados de conduzir operações além-fronteiras, os mecanismos multilaterais de regulação – desde o Conselho de Segurança até regimes de controle de armamentos e exportação de tecnologias sensíveis – avançam mais lentamente. A ausência de instrumentos específicos para monitorar e responsabilizar o uso de sistemas autônomos ou semiautônomos de ataque, por exemplo, torna mais difícil apurar violações e proteger civis em contextos como o da fronteira afegão-paquistanesa.

Tabela 1 – Escalada recente entre Paquistão e Afeganistão (dados públicos preliminares e não verificados de forma independente)

ElementoInformação relatadaFonte principal
Declaração de “guerra aberta”Ministro da Defesa do Paquistão anuncia “open war” contra Talibã afegão
Áreas sob ataques paquistanesesKabul, Kandahar, Paktia e outras localidades
Natureza das operaçõesBombardeios aéreos e ataques terrestres a postos, depósitos e centros de comando
Baixas reclamadas pelo Paquistão133 combatentes talibãs mortos, mais de 200 feridos, 27 postos destruídos, 9 capturados
Baixas reclamadas pelo Afeganistão8 soldados afegãos mortos, 11 feridos, 13 civis feridos em campo de refugiados em Nangarhar
Mortos paquistaneses segundo CabulCerca de 55 soldados paquistaneses mortos, 19 postos capturados
Posição da ONUPedido de desescalada, respeito ao direito internacional humanitário e proteção de civis
Posição da ÍndiaCondenação dos ataques paquistaneses e crítica à “externalização” de problemas internos

Legenda: dados agregados a partir de reportagens internacionais; valores e fatos estão sujeitos a revisão conforme novas verificações independentes.

Impactos sociais: civis entre drones, fronteiras e deslocamento

Embora o discurso oficial enfatize alvos militares, a linha que separa combatentes e civis é, na prática, frágil em contextos de alta densidade populacional e infraestrutura precária. Informações vindas do Ministério da Defesa afegão indicam que ataques paquistaneses atingiram um campo de refugiados em Nangarhar, ferindo pelo menos 13 civis, entre mulheres e crianças. Ao mesmo tempo, moradores de Kabul relataram explosões seguidas de sirenes de ambulância, indicando que os impactos dos bombardeios atingiram zonas urbanas com circulação cotidiana de pessoas.

A fronteira entre Paquistão e Afeganistão concentra comunidades historicamente interligadas por laços étnicos, tribais e comerciais, muitas delas Pashtun, que se veem subitamente transformadas em população de zona de guerra e alvo potencial de suspeita dos dois lados. Essa transformação induz deslocamentos forçados, interrupção de rotas de comércio informal e formal, queda na oferta de bens básicos e aumento do custo de vida, em um contexto em que ambas as economias já enfrentam pressões inflacionárias e crises de legitimidade política.

Para além dos impactos materiais imediatos, a tecnologia de vigilância e o controle digital de fronteiras produzem efeitos subjetivos importantes. O aumento de monitoramento por drones e sensores, a exigência de dados biométricos e a associação de determinados perfis étnicos ou geográficos a “risco de militância” reforçam processos de estigmatização e marginalização, com efeito direto sobre o acesso a serviços públicos, mobilidade e participação política. Em regimes de baixa transparência, os bancos de dados e algoritmos usados para classificar riscos raramente são auditáveis, o que abre espaço para discriminação sistêmica e responsabilização assimétrica de comunidades fronteiriças.

Ao mesmo tempo, a guerra em rede tem um componente comunicacional que reconfigura a percepção pública do conflito. Vídeos de ataques, imagens de tanques e sirenes em Kabul, além de comentários irônicos ou desesperançados em redes sociais – como os que apontam que “dois meses de 2026 e Afeganistão e Paquistão já estão em guerra” – tornam-se parte de uma narrativa global instantânea sobre o conflito. Essa circulação reforça sentimentos de fadiga com guerras “sem fim” e alimenta tanto discursos de solidariedade quanto de desumanização, dependendo da forma como imagens e dados são recortados e redistribuídos.

Tendências globais: automação da guerra, externalização de fronteiras e crise da legalidade

O caso Paquistão–Afeganistão dialoga com tendências globais de automação da guerra, externalização de fronteiras e erosão da legalidade internacional em contextos de combate a atores não estatais. De um lado, vemos a expansão de tecnologias de inteligência de sinais, vigilância por satélite, drones armados e sistemas de apoio à decisão baseados em dados que permitem aos Estados realizarem ataques seletivos muito além de suas fronteiras, sob o argumento de autodefesa preventiva. De outro, persiste um déficit normativo e institucional em relação à responsabilização por danos a civis, ao controle do uso de força e à transparência em torno de critérios algorítmicos usados para definir alvos e ameaças.

A retórica paquistanesa de que “o terrorismo transfronteiriço” proveniente do Afeganistão compromete sua segurança interna ecoa justificativas empregadas por outros Estados que conduzem operações extraterritoriais, seja no Oriente Médio, no Sahel ou em outras regiões. Ao mesmo tempo, a posição da Índia ao acusar o Paquistão de “externalizar fracassos internos” evidencia como a categoria “terrorismo” se torna objeto de disputa diplomática e serve para consolidar narrativas de culpabilização mútua, ofuscando muitas vezes o papel de redes de poder domésticas, desigualdades socioeconômicas e históricos de intervenção externa.

Do ponto de vista da legalidade, a insistência da ONU em apelos ao direito internacional humanitário contrasta com um cenário em que conflitos de baixa intensidade, com múltiplos atores e frontes difusos, desafiam categorias clássicas de guerra e paz. Quando Estados operam em regimes de “guerra permanente de baixa intensidade”, a distinção entre medidas excepcionais e rotinas de segurança tende a se dissolver, o que normaliza a expansão de poderes de vigilância, detenções preventivas e o uso de força letal fora de campos de batalha convencionalmente reconhecidos. Essa normalização, articulada a tecnologias digitais de monitoramento, redesenha o contrato entre Estado e cidadãos e reconfigura, em última instância, a própria ideia de direitos fundamentais em zonas de fronteira.

Futuros possíveis: entre escalada regional, contenção negociada e governança tecnológica

A evolução do conflito entre Paquistão e Afeganistão dependerá, em grande medida, de três variáveis: a capacidade de ambos os governos de controlar seus próprios aparatos de segurança e grupos aliados não estatais; o grau de envolvimento ou pressão de atores regionais como Índia, China e potências ocidentais; e o desenho de mecanismos – ainda incipientes – de governança das tecnologias de guerra que estruturam a atual escalada.

Um cenário de escalada regional não pode ser descartado. A intensificação de ataques transfronteiriços, combinada à retórica de “guerra aberta”, pode desencadear ataques a infraestruturas críticas, rotas comerciais e, em cenários extremos, incidentes envolvendo tropas ou interesses de terceiros países presentes na região, seja em projetos de infraestrutura, missões diplomáticas ou cooperação de segurança. Essa dinâmica colocaria pressão adicional sobre fóruns regionais e multilaterais para intervir, mesmo que de forma limitada, por meio de mediação, sanções ou missões de monitoramento.

Um segundo cenário, de contenção negociada, dependeria da capacidade de atores como ONU, Qatar, Turquia ou outros facilitadores de reativar canais de diálogo e construir fórmulas de cessar-fogo que incluam não apenas compromissos militares, mas também mecanismos de transparência e responsabilização no uso de tecnologias de vigilância e ataque. Isso poderia envolver, por exemplo, acordos sobre zonas livres de bombardeio, protocolos compartilhados de alerta de risco para populações civis e, em perspectiva mais ambiciosa, discussões sobre limites ao emprego de determinados sistemas de armas na região.

Por fim, a crise atual reforça a urgência de articular, em escala global, uma agenda de governança tecnológica para a guerra e a segurança, que vá além dos tratados clássicos de controle de armamentos. Isso passa por incorporar às agendas de paz e segurança internacional debates sobre transparência algorítmica, auditoria de sistemas automatizados de decisão, proteção de dados em contextos de conflito e limites éticos ao uso de tecnologias emergentes, incluindo sistemas autônomos letais. Sem essa camada de regulação e supervisão, a tendência é que conflitos como o de Paquistão e Afeganistão se tornem laboratório de experimentação de tecnologias cuja lógica, impactos e vieses escapam ao escrutínio público e aos marcos normativos existentes.

Bibliografia (ABNT)

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Créditos e direitos de uso

Reportagem: Fabiano C. Prometi
Edição: Fabiano C. Prometi
Pesquisa e checagem: Equipe Horizontes do Desenvolvimento – Inovação, Política e Justiça Social

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