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Como as bets transformaram o celular em um cassino portátil, silencioso e neurobiologicamente nocivo

Como as bets transformaram o celular em um cassino portátil, silencioso e neurobiologicamente nocivo Analice de Paula Gigliotti , PUC-Rio Numa madrugada de terça-feira, a mãe de Lucas percebeu que o apartamento estava silencioso demais. O videogame havia desaparecido da sala. O relógio que ele costumava deixar sobre a bancada do banheiro também não estava mais lá. Dias depois, vieram os tênis, o notebook e os fones de ouvido. Aos 19 anos, o rapaz criado entre escolas particulares da zona sul carioca e viagens de férias ao exterior já havia consumido toda a poupança que a avó guardara para seu futuro. O dinheiro evaporou em apostas feitas pelo celular entre madrugadas insones, jogos de futebol europeu e promessas de “recuperar tudo” na rodada seguinte. Inteligente, carismático e rápido nas conversas, Lucas nunca parecera um jovem em risco. Mas havia anos tropeçava em tarefas que exigiam constância: abandonou cursos universitários, desistia de projetos diante das primei...

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